CONTOS DO PEDDRO

vendetta(eu acho que é vingança em italiano ou frances)

Eu sentia frio e solitao , um frio solitario ou uma solidao fria ,eu via pessoas mas não via contato entre elas ,nem mesmo a minha ligaçao com elas eu via.Via tudo e via todos mas não entendia por que não entendia e pra ser realista eu nem sabia o que eu nao entendia ,no começo de tudo eu era criançae eu queria algo,nao sabia o que era e ai todos me diziam que era uma bala ,um doce, um brinquedo, uma forma de gastar o dinheiro do meu pai ,dinheiro que eu nem queria que ele gostasse ,mas a sociedade e até meu pai de certa forma me ensinavam a desejar .Era assim que funcionava até que o dinheiro do meu pai nao podia mais comprar as coisas pra mim e eu sempre queria mais ,carro do ano,mulher de 20 anos ,estudo, emprego tudo que a sociedade exigia ,e assim me tornei fraco, curvado pelos anos de serviço ao capitalismo,atendendo ao meu proprio consumismo e ao dos meus,da minha historia só saberão o meu romance com o capitalismo,fora isso nao importa nada,finja que meus parentes nao tem nome e que eu comecei minha vida no bar aquela noite,eu havia passado em muito do ponto, me sentia ao fim, nada mais me interressava, entao a bebida era minha saida ai apareceu esse amigo meu que trabalhava em uma empresa afiliada a minha, todo mundo sabia que ele se drogava mas ninguem realmente se importava com ele, nem o chefe, bastava que ele fosse bom na publicidade que o resto era problema dele, ele me ofereceu umas paradas, nao sabia do que se tratava, mas meu corpo nao tinha importancia,ja era um jarro quebrado mesmo o importante era o conteudo ferver, tomei tres,acho que queria morrer , era um alucinogeno, meu amigo me arrastou pra fora do bar, nao me opus , mas chegou um lugar em que eu me senti cansado e quis deitar, agredi ele, fui no meu carro peguei minha arma e apontei pra ele, sem saida ele me deixou ir, me deitei no chao enquanto via aquela figura difusa tomando uma pastilha e indo embora ,derepente tudo ficou pesado, um sono gravissimo se abateu sobre mim , dormi na calçada .

Sonho.

via toda minha vida passando na minha frente, eu sou um bebe e meu sobrinho me poen pra dormir ,é entao que vem meu pai e ai eu ja sou adulto, ele me bate, eu grito, ele tem um chicote em maos me diz que eu não valho nada, que nem para lhe dar um neto eu servi, depois é minha mulher, ela esta chorando, diz que a muito nao fazemos amor, diz que ela estar gravida é culpa minha , que se eu fizesse direito ela nao teria procurado um amancio que lhe fizesse caricias, diz que eu nunca lhe dei prazer e que se ela um dia fingiu orgasmo foi pra me fazer casar com ela, ou talvez pra me ver feliz, eu me sinto inclinado a acreditar que é verdade, depois vem esse homem, um tanto estranho, me pergunta se eu quero uma vida diferente, em que eu seja superior, me lembro que se trata de um sonho, aceito, ele me leva pra um laboratorio.

 

Acordo com o sol forte em meu rosto, me levanto ereto, mas que diabos, devia tomar isso mais vezes, mais barato que um psicologo mais eficiente que um ortopedista, eu corro em direçao ao meu carro que graças a deus esta intacto, abro a porta e vejo o relogio , faz sete dias que eu estou dormindo, eu sinto um cheiro fetido evadir de mim, entro no carro, parece que eu estou em um sonho, me dirijo a casa desse amigo que me drogou, nao sei por que, penso em lhe perguntar o que ele me dera, mas ao chegar la sinto um desejo incomensuravel de enriquecer , peço pra ele o telefone do traficante.

Três meses depois

eu me lembro de algumas coisas sobre esse evento, tudo parece se clariar, como se eu tivesse sido de fato levado a esse tal laboratorio, isso explicaria muita coisa, eu melhorara muito em todas as minhas caracteristicas fisicas, consegui manobrar com precisao uma AK, agora eu era rico, pros padroes em que eu fui acostumado, tinha muito conhecimento, mas faltava algo, eu queria vingança, pois desde aquele experimento que fizeram comigo, eu me desiludi quanto ao capitalismo , queria poder, nao mais dinheiro, dinheiro eu ja tinha, seja la o que tivessem feito comigo me fez querer os poderosos em minhas maos, e isso me fez querer destruir a quem me "criara",entrei no lugar que eu me lembrava ser o laboratorio, uma escola abandonada, la havia um biblioteca , até ai eu sabia que tinha que ir, ao chegar la: surpreesa, a biblioteca tinha uma estante que estava cheia e livros, forcei minha mente e lembrei de uma mao puxando um livro de anatomia de ana may cromam, puxei o mesmo, a estante estralou, como se eu tivesse aberto um mecanismo , forcei a estante pra frente e surpresa; a parede foi se abrindo como uma porta, peguei um dos brinquedinhos que eu havia trazido para invasao e joguei por uma brecha que eu havia aberto na porta-parede, puxei-a pra traz , fechei a trava com o livro novamente e corri pra trazme acocorei ao lado da parede oposta,a porta parede quase bateu em minhas costas, entrei correndo, plantei duas bombas nesse primeiro corredor, fui descendo em espiral plantando duas bombas em cada andar, ai acabou tudo, só haviam sobrado as duas grandes, que eu iria usar na antesala onde eu fora criado, era perfeito, eu desci e um homem de jaleco branco me viu, abertou um botao em seu paleto e correu gritando, eu deixei ele ir, queria mesmo que ele trouxesse os outros até mim, cheguei na antesala, plantei uma das bombas, 5 minutos, e coloquei a outra em cima, nao precisaria das duas se continuasse devagar daquele jeito, foi entao que veio a primeira horda, peguei a AK e disparei, só havia trazido um pente de muniçao, precisava que aquela sala enchesse  antes de começar a disparar, comecei um discurso de vilão megalomaniaco, precisava de tempo - voces pensaram que ia ficar de graça? pois é não ficou...- continuei meu discurso, 2 minutos,até que a sala encheu, peguei a arma e não mirei, vrei pro lado deles na altura do peito e puxei o gatilho sentindo a arma tremer - Aplaudam meu discurso!- ,acabou as balas , eu havia matado muitos deles e ferido tantos outros, peguei a pistola e dessa vez mirei bem mirado, muitos outros cairam, me provando que aqueles idiotas só podiam ser humanos comuns.

Carne,

sangue, burros

logo acabaram as balas da pistola tambem, 1 minuto,peguei uma faca, essa nao poderia ficar sem balas, cortei eles um por um, eram muitos, mas quando a bomba fez

bip

todo mundo se jogou no chao, só cinco segundos, entao eu percebi que o responsavel pela minha criaçao nao estava ali, puxei o pino da outra bomba, entao uma mao apareceu as minhas costas , outra porta secreta, a mao me puxou e eu desmaiei, de certa forma feliz, de um todo triste,nao havia conseguido morrer no cumprimento de minha missao, na verdade nao havia sequer completo minha missão.

Continua...

04:13 PM - 3/2/2008 - comments {0}

Roberto(quase um sergio)

era mais um dia abafado na capital de sao paulo, ele andava oacientemente tinha um misto de desespero e torpor que não ficava claro na sua pele branca e no seu cabelo loiro tingido,de raizes negras,nos olhos verdes , tinha os dentes amarelados de cigarro mas a muito que sua familia nao reparava nele entao ele nao se preocupava seu coração estava disparado ,ia passar na frente da casa da soninha,puta que pariu,pensava ele, cada vez mais gostosa .Ele sentiu um arrepio ao chegar na frente da casa dela , ela estava lá , loira baixinha transpirando sensualidade,ela lhe ativava seu lado mais animal mas ele estava bebado, a ligaçao de seu corpo com seu cerebro meio que estava rompida ,mas ainda assim era "dificil, seus seios firmes daqueles que dava vontade de apertar ,mas o que ele queria nao era bem os seios ela olha pra ele com olhos de pena " filha da puta morre de pena de mim ne? espera ,espera" ele achava ridiculo ela sentir pena dele , ela fora quem lhe desprezara e nao era por nada pois ele tinha outras melhores mas ela sentia pena dele.Ele olhou pra ela com sutil indiferença nao podia deixar barato aqueles olhos castanhos misericordiosos ,mas logo a verdade dela e a falsidade dele forama mascaradas pelas mascaras da sociedade - oi sô - beijo na bochecha- oi roberto - então os dois começaram a conversar prefiro nao me repetir com esses detalhes.

Como magica a conversa se virou para o lado sentimental e ele começou a lembrar de umas e outras paixoes mais antigas e verdadeiras que a seu sentimento por soninha ,acabou falando algo que despertou o interresse dela (nao sabia o que) ,e ela queria saber mais sobre ele. Ele queria fazer segredo mas a desgraçada alem de gostosa era persuasiva ,alem do que o instinto de gostar dela lhe fazia fazer isso ,ebtrar em detalhes de sua vida pessoal ,logo ele sem mais nem menos começou a chorar(seriam lagrimas de crocodilo?) nao sabia se era pra inpressiona-la a bebida ou sua vida despedaçada mas ele sabia que tinha que chorar,e por instinto ou por alcool ele procurou a boca dela ,nao cabe a nos saber porque, ela correspondeu o beijo,ela chama ele pra entrar,"mas que diabo de sorte é essa?"pensa ele ,la eles ficaram se beijando sem contar o tempo, como dois loucos infernais , entao ela "toca" ele,ele chama ela pra cama ,pede pra dormir com a caneta dela ou algo do tipo nao me recordo que expressao ele usa , ela aceitou excitante .

o quarto dela era pequeno ,a cama dela estava encostada proxima a janela,oposta a porta ela aos beijos com ele tirou a roupa e ele nao podia ficar parado tambem se despiu rapidamente .

os dois se tocavam como se suas vidas estivessem em torno daquele momento que na verdade nem era muito importante, no mais passageiro e logo como nao podia deixar de ser houve a penetraçao , eles se sentiam no "supra sumo" do prazer ele sentia tudo intenso pelo ardor da moça que ia num vai e vem louco ,e no auge do prazer quando ele se sentia perdido no infinito dela ,fundido a ela pelo prazer a porta da sla estrondou e a voz de um brutamontes disse - Soninha o que ta acontecendo ai - na hora tudfo acabou, ele se achou no auge do aperto do quarto ,disfundiu-se dela e antes de saltar da janela beijou a boca dela e disse que voltava, quem diria ele voltou.

03:22 PM - 3/2/2008 - comments {0}

sergio

-Agora já pode ser tarde - pensa ele aflito, sabe que esta caindo no abismo dela, ele temia se apaixonar, ela se declara apaixonada - Agora ja chega - ele beija ela com tudo que ele teme sentir e depois arruma suas coisas pra partir , ela sabe que ele precisa ficar mas seu narcisismo porco fala mais alto ,ele estava tap enganado por tantas mascaras que ja nao podia se apaixonar,temia perder a barreira que lhe protegia de sofrer. Ela pergunta quando ele volta e  ele continua arrumando suas coisase apos arrumar tudo se dirige a porta diz a ela que tem uma viagem e que talvez nunca voltasse(era verdade mas pros efeitos da conversa era mentira) com lagrimas secretas ele parte enquanto ela diz baixinho - nao vai, nao vai -ele parte nao reconhecia o bem que ela lhe fazia

03:02 PM - 3/2/2008 - comments {1}

sergio

-Eu me apaixono por tudo, esse é o meu defeito amo e odeio tudo em um só sentimento você não, voce é doce, você é boa , voce é carinhosa com tudo que ainda nao te traiu.Quer um gole?-ele sabia que ela não bebia e que não seria daquela vez, estava tentando aquece-la de alguma forma, se ela se irritasse esqueceria daquele babaca que fazia ela ficar chorando - Eu acho que é esse meu defeito, não amo tudo , mas am demais ele pra esquecer - ele pegou outro copo e serviu bebida - emtao o que acha de um gole - ela agradeceu e recusou - mas por que ele nao sai de minha cabeça - ele olha e diz - não é ele, é ela. ele fere seu coração, magoa seu sentimento, ela persegue seu pensamentose ele tivesse ido embora voce comeria chocolate e pronto,se quer a verdade,voce talvez nunca esqueceriamas conviveria com isso - ele sabia que não era tão simples - mas a outra tira de certa forma a culpa dele e faz voce pensar que sem ela poderia ser de outra forma - ela pega o copo no chão e vira de uma vez, ele abraça ela e diz pra ela que ele é passado ,fica lá sentindo-se longe do tempo, longe do espaço,longe de tudo que cabe a manca ciencia ,sente-se apenas acolhendo e sendo acolhido(mais pro segundo que pro primeiro).Depois ele enche mais uma vez os dois copos e diz - um brinde ao corte que o amor nos fez - ela olha pra ele com vago interrese -ele - primeiro o brinde, ele sente o liquido quente lhe rasgar a garganta - Ela era linda, tinha os olhos castanhos , ela brincava comigo ao sabor dos ventos, um dia cansei e me afastei , por incrivel que pareça , foi muito mais doloroso abandonar que ser abandonado - ele vira a garrafa de uma vez deixando uma pequena quantidade do liquido la dentro, conhecia aquela sensação ,era o senhor de suas decisoes , mas quando procurava lembrar mesmo do que havia acabado de fazer era apenas como um flash. Ela avançando o rosto , depois as linguas dançando juntas num sabor luxuriante , depois ele pedindo à ela o que queria , o calor do corpo dela ,o sabor de sua pele ......

depois ele fumava um cigarro e dormia, ela abraçada a ele ,ele nos braços de um anjo

12:05 AM - 3/2/2008 - comments {0}

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